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Frases Aleatórias

Por que esperar algo diferente se você não pode oferecer o seu melhor?

Perco o momento vendo o tempo passar.

As pessoas são mais felizes quando estão apaixonadas.

Senti sua falta quando acordei.

Queria estar coberta por seu corpo quente.

A vida é chata quando a gente quer.

Não posso pensar em você sem que uma profunda tristeza me invada.

A consciência é um mal necessário para manter o respeito entre as pessoas.

Lembranças ruins tomam posse da minha mente ao mesmo tempo que sentimentos ruins invadem meu coração.

Todo dia pela manhã, sinto suas mãos pelo meu corpo.

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Desejo Pensar Viver

Eu poderia ficar horas olhando esse lugar, eu poderia viver aqui. Eu poderia tanta coisa…
Quero e como quero, mas isso não é o suficiente.
Peço tempo e tempo eu tenho.
Preciso de limite? Às vezes sim, sem limite não existe liberdade.
Até a liberdade tem limites… A sua termina quando começa a de outra pessoa.
Limites são leis para manter a ordem, a civilização, o senso.

Cuidado! Pense ao contrário, não pense e tente.
Tentativa e erro, assim se faz a vida.

É do querer que vem o pensamento ou é do pensamento que vem o querer?

Os desejos se completam.
Os pensamentos voam.
A vida passa.
Chega de pensar. É hora de viver.

Sem Você

Toda vez que você vai embora, a escuridão me invade e eu me torno a pessoa simples e comum que todos conhecem.

A Pedra

A pedra vê tudo o que acontece ao seu redor, mas não sente. A chuva cai, o vento sopra, o sol brilha, mas a pedra continua ali. Parada. Estável. Ela observa os seres ao seu redor, ela vê o tempo passar, ela vê os seres desaparecerem e continua lá.

Ela pode descrever com perfeição cada um, mas não sabe nada de si. Acha-se forte, impenetrável, inquebrável. Ela é, ela é, sim, ela é.

Certo dia apareceu um garoto, ele parou e olhou diretamente em seus olhos. Ele a pegou e começou a correr. Se a pedra soubesse o que é sentir, saberia que a mão do menino era quente. Se ela soubesse o que é estar impressionada, ela ficaria vislumbrada com a paisagem. Mas, tudo o que ela podia fazer era olhar e aprender.

Na mão do garoto a pedra entendeu que seu mundo era mais do que os seres ao seu redor, ela viu uma estrada, outras árvores e um mar. De repente foi arremessada, quicou uma, duas, três vezes e afundou. No mar, no fundo do mar, qualquer outro ser teria medo daquela escuridão, naquela solidão.

Ela não teve noção de quanto tempo ficou ali, porém quando amanheceu ela percebeu que em seu novo ambiente as coisas flutuavam e sempre seguiam o mesmo curso. Fez força para pular e um leve movimento surgiu. Não precisava de ninguém para levá-la a outros lugares, ela podia sair, se mexer, passear e foi…

Conheceu algas, cavalos marinhos, peixes, conchas, caracóis, corais, tartarugas e uma porção de coisas. Absorveu todo conhecimento que pode até que foi pescada e levada de volta à terra seca.

A luz do sol quase a cegou, a rede balançava e sob um armário foi posta. Dentro do barco havia cheiro de fumo, mas isso não a incomodava, ela não tinha nariz. Havia muita risada, muita tosse e barulho de louça. Ela teria ficado triste ao comparar a beleza do fundo do mar com a sujeira daquele barco, mas não tinha um coração pulsante.

O marinheiro a pegou, limpou em sua roupa e disse “Minha filha vai gostar dessa”. A pedra virou presente ou uma lembrança do pai ausente que vivia no mar. Ela esperou.

Quando chegaram no porto, ao descer do barco, o marinheiro bateu a mão e sem querer quebrou. Um pedaço da pedra caiu na água e ela teria chorado, mas não sentiu dor. Sabia que um pedaço dela estava no lugar onde mais gostou de estar.

Vamos agora para uma nova aventura, não, ela estava na mão de uma garota que gritava sob sua cabeça e a colocava em sua orelha. “Acho que ela pensa que sou uma concha” pensou a pedra…

Então, foi parar num quarto cheio de brinquedos improvisados, os pais eram criativos, a pedra admitiu e a criança… A criança era,…, era,…, era terrível. A pedra teria entrado em desespero se tivesse emoções, mas não se importou em ser jogada para lá e para cá, caiu em almofadas, no chão, nos brinquedos, até que voou pela janela.

Ao repousar no chão notou que estava em milhares de pedaços, descobriu que não era inquebrável, viu que algumas partes estavam mais escuras e percebeu que não era impenetrável. “Será que é assim que vou desaparecer?” pensou a pedra.

Não podia se mexer, porque no mar, o impulso era a onda e o movimento era a correnteza. Ali, caída, em mil pedaços fechou os olhos. “Não vou ver o meu fim” pensou. “Está na hora de dormir” e assim permaneceu. Em silêncio, sozinha, na escuridão de seus pensamentos e pela primeira vez desejou estar rodeada pelas plantas que a cercavam no começo. Bateu o vento e dessa vez ela sentiu a brisa. “Se eu soubesse que era tão bom ter sentimentos, teria aberto mão do conhecimento”…”Não, se eu tivesse sentimentos não seria forte para suportar toda a viagem”…Dúvida…”Espera um pouco…”

A pedra abriu os olhos porque descobriu que sempre teve sentimentos, apenas não explorava seus sentidos e agora essa nova situação, ela pôde apreciar do conhecimento com emoção e uma lágrima caiu. Não era tristeza, era felicidade.

Ordens

O silêncio podia ser quebrado por um sorriso
Mas quem me faz companhia é o vento
Um chocolate, um drink, um beijo
Desejo que se esvai com o tempo

A noite densa, a manhã fria
Por que levantar se há preguiça?
Fala sério, pra que tudo isso
Se tudo isso não existe?

A vida é uma comédia
O principal ator é um palhaço
Que se maquia, mostra seu sorriso amarelo
Os dias foram maus
As noites? Esquece

Bebe água, come pão
Anda olhando para o chão
Um perdedor? Não
Só alguém com o coração na mão

Corram, corram depressa
Fujam da rotina
Dessa vilã cretina
Que só traz fadiga

Arrisque-se, não tenha medo
Não tenha limites
Faça, crie, renove-se
Os dias passam rápido
Não há do que se arrepender

A vida é curta, portanto, viva
Não apenas respire
Sinta, se emocione, chore
Seja de tristeza ou de alegria
Levante a cabeça e sorria 🙂

Dona Maria

Eu pensei que ela jamais seria feliz
Tamanho desgosto que tinha pela vida
Foi um caminho difícil
Ela nunca soube o que fazer
Não teve quem te ensinasse o que é viver
O que é certo? O que é errado?
Ninguém sabe
A verdade é relativa
Depende do ponto de vista
O que é bom?
Ela também não sabia
Apenas vivia e fugia
Da realidade que a cercava
Seu fardo, sua vida, seu amor
Quando perdeu tudo descobriu
Que tinha liberdade
Descobriu a felicidade
Não precisava mais fugir
Mas continuava a chorar e sorrir
Há dois anos foi seu último aniversário
Estávamos na varanda
Eu e suas filhas mais velhas
Sentei em seu cólo
Meu último cólo de mãe
Conversamos sobre a vida
Rimos e falamos besteiras
Recebi um abraço
Uma cósquinha no pescoço
Suas últimas palavras
Foram “eu te amo” seguida de
“Vai tomar no @#”
Essa era Dona Maria.

Motivação 3.0

Esse livro mostra a essência da motivação e como ela é encarada no trabalho e na vida pessoal.

O que te faz levantar todos os dias pela manhã? O que te leva a ser excelente? As pessoas que ganham mais são mais felizes do que as que ganham menos? Se doar ou ser egoísta? Diversas perguntas são feitas para analisar suas intensões e apresentar as respostas de maneira clara e lógica.

Você é o tipo de pessoa que possui motivações externas ou internas? Faz as coisas por resultados ou por que aprecia o que faz? A motivação está ligada a felicidade.

Seu título é Motivação 3.0 porque classifica um novo tipo de motivação, além de mostrar a natural (1.0) e a se e então (2.0). A 3.0 é uma mistura das duas anteriores acrescentando autonomia e jogo de cintura, envolve postura e oratória.

Ele ensina um novo jeito de conquistar e animar tanto as pessoas ao seu redor quanto a si mesmo visando um aumento no rendimento pessoal e profissional. Tenha um boa leitura 🙂

Motivação 3.0 – Os Novos Fatores Motivacionais que Buscam Tanto a Realização Pessoal quanto Profissional de Daniel Pink.